Adriana da Silva sorrindo, de blusa marfim e braços cruzados, em retrato de estúdio

Direitos · Cidadania · Participação

Adrianada Silva

Uma voz presente. Uma atuação comprometida com as pessoas.

Direitos, cidadania, participação e compromisso com uma sociedade mais justa.

  • Estudante de Direito
  • Conselheira da COMUD
  • Criadora de conteúdo digital
  • Mulher na política
Retrato de Adriana da Silva em estúdio, sorrindo, com blusa marfim e saia de couro

01 Quem é Adriana

Conheça Adriana.

Adriana da Silva é estudante de Direito, criadora de conteúdo digital e conselheira da COMUD — o Conselho Municipal do Direito e Defesa do Idoso. Mulher na política, faz das redes um espaço de debate público.

Em suas publicações, alguns temas aparecem sempre: direitos humanos, a proteção da pessoa idosa, justiça e igualdade, cidadania e o controle sobre o uso do dinheiro público. A linguagem é direta, opinativa e questionadora — de quem acredita que participar também é perguntar, cobrar e acompanhar.

  • i.
    Estudante de DireitoA formação em andamento que dialoga com a defesa de direitos.
  • ii.
    Conselheira da COMUDConselho Municipal do Direito e Defesa do Idoso.
  • iii.
    Criadora de conteúdo digitalPosicionamentos e registros publicados no Instagram.
  • iv.
    Mulher na políticaPresença feminina no debate público e na participação comunitária.

02 Causas e compromissos

Causas que orientam a atuação.

Cinco temas atravessam as publicações e os posicionamentos de Adriana. Juntos, desenham uma ideia simples: direitos só existem de fato quando alguém os defende.

Adriana da Silva sorrindo ao lado de uma balança da justiça em exposição
  1. Direitos humanos

    Dignidade não é favor.A defesa dos direitos humanos é o ponto de partida: toda pessoa deve ser tratada com respeito e ter seus direitos reconhecidos, sem exceção.

  2. Direitos da pessoa idosa

    Envelhecer com dignidade é um direito.Como conselheira da COMUD, Adriana trata a pessoa idosa como sujeito de direitos — com respeito, proteção e voz nas decisões que a afetam.

  3. Justiça e igualdade

    A regra precisa valer para todos.Justiça e igualdade são a régua para avaliar decisões públicas e para cobrar que nenhum grupo seja deixado para trás.

  4. Cidadania e representatividade

    Ocupar espaços também é representar.Mais vozes — e vozes diferentes — precisam participar do debate público. Ser mulher na política é parte dessa presença.

  5. Transparência e fiscalização pública

    O dinheiro público pertence à população.Fiscalizar, perguntar e exigir prestação de contas é exercício de cidadania — não um ataque a quem governa.

03 Participação e comunidade

Presença que se constrói participando.

Encontros, cerimônias, reuniões e ações comunitárias. Registros de quem escolhe estar perto das pessoas — onde as conversas e as demandas acontecem.

Adriana da Silva fala ao microfone em cerimônia, ao lado de painel da FRACAB
Fala em cerimônia
Adriana da Silva com gorro de Natal em festa comunitária, com muitas crianças e famílias
Festa comunitária de Natal
Distribuição de doações a partir da carroceria de uma caminhonete, com moradores da comunidade
Distribuição de doações
Adriana da Silva sorrindo ao lado de um palhaço em festa comunitária
Arraial na comunidade
Adriana da Silva em reunião ao redor de uma mesa, com outras pessoas fazendo anotações
Reunião
Adriana da Silva e outras mulheres ao lado de uma mesa com sacolinhas de doces, em ação solidária
Ação solidária

Participação não se declara: se pratica, perto das pessoas.

Mais registros no Instagram

04 Posicionamentos

Participar também é questionar.

Perguntar é uma forma de participar. Estas são as questões que movem os posicionamentos de Adriana sobre democracia, gestão pública e direitos.

Retrato de Adriana da Silva com blazer risca de giz e braços cruzados, sobre fundo escuro
  1. Para que serve a oposição?

    Uma democracia saudável precisa de quem discorde. A oposição não é obstáculo: é um dos mecanismos que impedem o poder de agir sem controle.

  2. Onde está o dinheiro público?

    Recursos públicos pertencem à população. Acompanhar como são aplicados e cobrar explicações é um direito de quem paga a conta.

  3. Por que exigir transparência?

    Porque uma gestão sem transparência não pode ser avaliada. Informação clara e acessível é condição para que as pessoas participem de verdade.

  4. Quais direitos não se negociam?

    Os direitos fundamentais não mudam conforme quem governa. Defendê-los é tarefa permanente — principalmente quando estão sob pressão.

  5. A quem a representação deve responder?

    A quem é representado. Representação política é responsabilidade, não privilégio — e os espaços de decisão também pertencem às mulheres.

Temas recorrentes nas publicações de Adriana. Para ler os posicionamentos na íntegra, acompanhe o perfil no Instagram.

Adriana da Silva em pé, apoiada no guarda-corpo de um edifício moderno

06 Contato e redes

Acompanhe, converse, participe.

O Instagram é o principal canal de Adriana da Silva: é lá que estão as publicações, os posicionamentos e os registros de participação — e é por lá que você pode enviar uma mensagem.

@adrianadasilva357